t

1. “Políticas Educativas e Sociais no Desporto” Ver mais

A) O programa do governo [Ver]

B) A intervenção do Prof. Dr. Jorge Olímpio Bento [Ver]

C) Contributos

    Reavaliar com o sistema educativo, no domínio das actividades físicas e desportivas escolares, o papel da disciplina de Educação física e Desporto Escolar e as condições objectivas do seu exercício nos planos curricular e opcional, colocando o desporto no centro do sistema educativo, numa adequada articulação e complementaridade com o sistema desportivo; (PROGRAMA DO GOVERNO)

    A Educação Física (EF) no 1º Ciclo do Ensino Básico (CEB) é a base da melhoria da participação desportiva na sociedade portuguesa. Não é possível continuar a ignorá-lo. Desperdiçar a enorme motivação das crianças deste nível de ensino pela EF é desbaratar ganhos em competências cognitivas, emocionais e motoras que a seguir mais dificilmente são alcançadas. É imprescindível aumentar a regularidade da prática da Educação Física e das Actividades Físicas e Desportivas (AFDs) na escola do 1º Ciclo do Ensino Básico. A escola do 1º CEB é o início a hábitos, atitudes, acções, movimentos, habilidades e aptidões na área das AFDs, que numa lógica de inclusão e participação de TODOS sejam portadoras de experiências individuais e colectivas positivas. Desde cedo temos de estimular as crianças das mais diversas formas, centrando-nos no desenvolvimento das suas capacidades individuais através do prazer e vontade de vinculação desportiva. Não se trata de jogar por jogar. É imperioso que nestas idades a natureza das experiências de AFDs em crianças destas idades, se preocupem com o gosto e o prazer da prática que faça desejar mais. Da prática que faz desejar conhecer mais, saber fazer mais, dominar mais acções, aumentar as suas aptidões e capacidades. Pretender desportivizar a EF no 1º CEB ou as ofertas de ocupação do tempo livre das crianças numa mera perspectiva tecnicista é uma aposta perdida em termos da valorização da prática desportiva generalizada. A valorização da EF e das AFDs na escola do 1º CEB passa também pela valorização e requalificação dos espaços e equipamentos das escolas, numa base de parcerias entre a administração central e local.

    Parcerias que fazem todo o sentido assente em princípios da rentabilização do acesso da comunidade envolvente à utilização regular desses espaços e equipamentos. Não há políticas nacionais de desenvolvimento desportivo sem articulações várias entre as políticas locais na área do desporto.Por tudo o que dissemos faz todo o sentido evitar marginalizar a EF e as AFDs da vida quotidiana da escola do 1º CEB.

    Rui Neves

  • Ericeira Surf Clube [Ver]

    1> O ensino de muitas das modalidades desportivas de ar livre não está regulamentado. Surf, Windsurf, Kitesurf_ todos partilham um espaço que é público e sobrelotado: a zona balnear. Mas, para além dos acidentes... que Educação Física das crianças e jovens?

    2> As Escolas de SURF multiplicam-se pelo país maioritariamente como iniciativas privadas, fora do movimento associativo. Numa oportunidade de negócio de lucro fácil, tal como o foram os Ginásios há uns anos. Muitas utilizam quadros técnicos não habilitados. Assim há indíviduos sem formação a orientar actividades de ensino do Surf com crianças, jovens e turistas, em grupos de dezenas por dia.

    3> As autoridades não podem actuar. A Federação Portuguesa de Surf não 3> pode sancionar, a Polícia Marítima não pode intervir.

    4> A informação de aviso dos Clubes não chega aos pais, a publicidade 4> via flyers, cartazes, carrinhas decoradas, grandes faixas "Escola de Surf" dá uma ideia enganadora de qualidade e até de legalidade.

    5> Vemos ainda a insuficiente formação de monitores: uma profissão de educador com apenas o 9o ano de escolaridade e 60 horas de curso. Sem fiscalização da prática. Sem acções de formação, de actualização de conhecimentos técnicos e pedagógicos. Sem interesse demonstrado de frequentar cursos de treinadores de níveis superiores. Sem encontros, nem Associações, de treinadores.

    O ensino da Natação, em piscinas com águas paradas, é sujeito a controlo rigoroso por parte das autoridades, que exigem habilitação técnica dos monitores e condições de segurança e de salvamento nesse meio tão perigoso que é a água. E no Mar?!

    Ericeira Surf Clube

  • Alunos Portugueses à EuroEscola em Estrasburgo [Ver]

    Proposta levada pelos alunos Portugueses à EuroEscola em Estrasburgo, sobre o tema Educação, Desporto e Cultura.

    O desporto foi desde sempre um modo de aproximação cultural. Recuando aos tempos da Grécia Antiga e aos primeiros jogos Olímpicos verificamos que já os eruditas gregos organizavam iniciativas desportivas de modo a promover a intercultura.

    De modo semelhante, estes eventos têm um papel didáctico na aproximação cultural especialmente importante numa União Europeia em contínua expansão. O desporto é utilizado como método de unificação cultural, tendo várias aplicações a esse nível:

    - Uma das barreiras que dificultam a comunicação entre povos é a barreira linguística. Já Nietzsche, filósofo Alemão, dizia que "Falar é mentir" no sentido de que nunca conseguimos transmitir verbalmente o que sentimos, esta dificuldade agrava-se quando falamos de línguas diferentes. O desporto ultrapassa esta barreira linguística uma vez que as regras desportivas são universais facilitando a comunicação e interacção cultural.

    Ex.: Numa equipa de futebol convivem jogadores de múltiplas nacionalidades e não é necessário dialogarem para conseguirem executar um bom jogo.

    - O desporto pode ser também usado como método de integração cultural dentro de um mesmo país combatendo sentimentos xenófobos, racistas e choques culturais, isto porque em jogo todos defendem o mesmo objectivo, o que fomenta sentimentos de união, entreajuda e amizade. Esta situação também se verifica aquando do apoio a uma equipa (Ex. Claque)

    - Jogos nacionais criados num contexto cultural quando transpostos para outros contextos transmitem o meio cultural que lhes deu origem.

    - Aproximação cultural pela prática desportiva não se verifica só a nível juvenil como também relativamente a todas as faixas etárias. Pode levar inclusivamente os mais idosos à participação em iniciativas desportivas que promovam o intercâmbio cultural e, simultaneamente, uma melhoria da qualidade de vida.

    Além disso, pessoas com dificuldades mentais ou motoras, desenvolvem-se, aumentam a sua auto estima pelo convívio desportivo com pessoas na mesma situação, podendo até ser culturalmente distintas.

    - Exemplos de jogos internacionais, europeus e mundiais, como os jogos olímpicos e os europeus são iniciativas que promovem a simbiose e comunicação cultural.

    Alunos Portugueses à EuroEscola em Estrasburgo

  • Federação Portuguesa de Andebol [Ver]

  • João Caldeira Romão [Ver]

  • Sérgio Cunha Machado [Ver]

  • José Paulo Cavaleiro [Ver]

  • Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta [Ver]

  • Associação de Surdos de Setúbal [Ver]

  • Federação Portuguesa de Orientação [Ver]

  • Portugal Tenis Clube [Ver]

  • Federação Portuguesa de Ciclismo [Ver]

  • Federação de Ginástica de Portugal [Ver]

  • António João Barradas Moreira [Ver]

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2. “Desporto, Saúde e Segurança” Ver mais

A) O programa do governo [Ver]

B) A intervenção do Dr. António Gentil Martins [Ver]

C) Contributos

  • Federação Portuguesa de Andebol [Ver]

  • Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta [Ver]

  • Federação Portuguesa de Orientação [Ver]

  • Federação de Ginástica de Portugal [Ver]

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3. “Equipamentos Desportivos e o Território” Ver mais

A) O programa do governo [Ver]

B) A intervenção do Arqt. João Paulo Bessa [Ver]

C) Contributos

  • José Carlos de Almeida [Ver]

    Somos uma Instituição suficientemente recuperada em termos de espaço receptivos a projectos para todas as idades, devido a falta de meios económicos por parte de alguns utentes é complicado para a nossa instituição fazer face a várias despesas inerentes quer a técnicos quer a desenvolver com mais rapidez os próprios projectos.

    Pretendemos desenvolver várias actividades na Freguesia de Campolide, algumas delas somos só nós que temos possibilidade de proporcionar como por exemplo, uma piscina para hidroginástica, iniciação à natação, natação para bébés, para além de um bom Salão ( ginásio ), temos um óptimo relvado sintéctico para futsal. A nossa proposta vai no sentido de haver mais sensibilidade para determinados agentes desportivos que por falta de apoios alguns projectos não saem da gaveta.

    Seria importante haver um departamento que se deslocasse ás várias instituições de modo a que tivessem uma ideia mais precisa sobre os espaços existentes para que o desporto fosse cada vez mais forte e que fizesse parte do dia à dia dos Lisboetas.

    Grato pela oportunidade, sem mais de momento subscrevo-me com estima e consideração.

    Jose Carlos de Almeida

  • José Luís Ribeiro [Ver]

    ASSUNTO: Policiamento de espectáculos desportivos (Sugestão de alteração da legislação - nomeadamente do Decreto-Lei nº 238/92, de 29 de Outubro - de molde a este abranger a realização de eventos desportivos na via pública, designadamente as provas de ciclismo).

    A actual legislação relativa ao policiamento de actividades desportivas exclui e discrimina o ciclismo, por apenas traçar o regime de policiamento aplicável ao interior dos recintos desportivos e por não contemplar aquela modalidade com a participação do Estado nos encargos desse policiamento, nomeadamente, através dos resultados de exploração do Totoloto.

    O policiamento de actividades desportivas na via pública é imprescindível, tanto por questões de segurança dos praticantes, como por questões de ordenação da circulação.

    No caso concreto da modalidade ciclismo, não existem alternativas viáveis à realização de provas fora da via pública e o policiamento apenas pode ser efectivado por duas entidades Estatais (PSP e GNR), gorando-se a possibilidade de recurso a serviços de entidades privadas.

    Afigura-se-me, por uma questão de justiça, que além do ciclismo dever ser abrangido pelo regime do policiamento e da comparticipação do Estado, deveria ser implementado um regime específico para o ciclismo no que à comparticipação se refere, atento o facto de - para além de outras especificidades - nas suas provas o policiamento não ser facultativo mas obrigatório e apenas poder ser efectuado por entidades Estatais.

    A simplificação e consequente celeridade dos procedimentos relativos à autorização de realização de provas na via pública também deveria ser assegurada.

    José Luís Ribeiro

  • Sérgio Cunha Machado [Ver]

  • Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta [Ver]

  • Federação Portuguesa de Orientação [Ver]

  • João Bento Vitorino [Ver]

  • Federação de Ginástica de Portugal [Ver]

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4. “Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo” Ver mais

A) O programa do governo [Ver]

B) A intervenção do Dr. Ernesto Ferreira Silva [Ver]

C) Contributos

  • José Luís Ribeiro [Ver]

    ASSUNTO: Policiamento de espectáculos desportivos (Sugestão de alteração da legislação - nomeadamente do Decreto-Lei nº 238/92, de 29 de Outubro - de molde a este abranger a realização de eventos desportivos na via pública, designadamente as provas de ciclismo).

    A actual legislação relativa ao policiamento de actividades desportivas exclui e discrimina o ciclismo, por apenas traçar o regime de policiamento aplicável ao interior dos recintos desportivos e por não contemplar aquela modalidade com a participação do Estado nos encargos desse policiamento, nomeadamente, através dos resultados de exploração do Totoloto.

    O policiamento de actividades desportivas na via pública é imprescindível, tanto por questões de segurança dos praticantes, como por questões de ordenação da circulação.

    No caso concreto da modalidade ciclismo, não existem alternativas viáveis à realização de provas fora da via pública e o policiamento apenas pode ser efectivado por duas entidades Estatais (PSP e GNR), gorando-se a possibilidade de recurso a serviços de entidades privadas. Afigura-se-me, por uma questão de justiça, que além do ciclismo dever ser abrangido pelo regime do policiamento e da comparticipação do Estado, deveria ser implementado um regime específico para o ciclismo no que à comparticipação se refere, atento o facto de - para além de outras especificidades - nas suas provas o policiamento não ser facultativo mas obrigatório e apenas poder serefectuado por entidades Estatais.

    A simplificação e consequente celeridade dos procedimentos relativos à autorização de realização de provas na via pública também deveria ser assegurada.

    José Luís Ribeiro

  • Federação Portuguesa de Andebol [Ver]

  • Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta [Ver]

  • Federação de Ginástica de Portugal [Ver]

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5. “Reforma do Sistema Desportivo” Ver mais

A) O programa do governo [Ver]

B) A intervenção do Dr. Paulo Frischknecht [Ver]

C) Contributos

  • Jorge Humberto Dias [Ver]

  • Federação Portuguesa de Andebol [Ver]

  • Sérgio Cunha Machado [Ver]

  • Associação de Basquetebol de Coimbra [Ver]

  • Associação Futebol de Coimbra [Ver]

  • Associação Portuguesa de Direito Desportivo [Ver]

  • Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta [Ver]

  • Federação Portuguesa de Ténis [Ver]

  • Panathon Clube de Lisboa [Ver]

  • Federação Portuguesa de Futebol [Ver]

  • Comissão de Atletas Olímpicos [Ver]

  • Associação Nacional dos Treinadores de Futebol [Ver]

  • José Manuel Carvalho [Ver]

  • Federação de Ginástica de Portugal [Ver]

  • Federação Portuguesa de Ciclismo [Ver]

  • Confederação das Associações de Juízes e Árbitros de Portugal [Ver]

  • Confederação do Desporto de Portugal [Ver]

  • Federação Académica de Desporto Universitário [Ver]

  • Clube Futebol Benfica [Ver]

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